Quarta-feira, 23 de Julho de 2008

Querido diário:

 

Hoje eu e a minha irmã fomos mudar a água do aquário, uma tarefa que não gosto muito de fazer, mas como a dona dos animais que lá "moram" é a minha maninha e ela só tem 6 anos, cabe-me a mim fazer isso.

Tirei o aquário da sala e coloquei-o na bancada da cozinha. Lá tirei os cágados e pu-los no lavatório, depois com um copo os peixes e coloquei-os dentro dum alguidar com água que pousei mais tarde atrás do aquário. Tirei as pedras que estavam dentro do áquário e comentei que na última vez que mudámos a água tinhamos 6 peixinhos e que agora só tinhamos 3.

- Deixa lá ver. - pediu a minha irmã. Puxei uma cadeira para ela subir e ver bem o aquário.

Subiu e como ela também não encontrou mais nenhum peixe decidi despejar a água suja e tirei o aquário. Só que eu na altura não reparei que a minha irmã estava agarrada ao áquario. Resultado: Desiquilibrou-se para frente, bateu com as mãos no alguidar onde estava os peixes, o alguidar derramou-se, os peixes "voaram" para dentro do lava-loiça...

- Apanha, apanha-os!!! - Gritou já a fazer beicinho.

Abri a torneira, enchi novamente o alguidar e tentei apanhar o mais depressa possível os peixes. Após várias tentativas, consegui apanhar 2. Do terceiro nem sinal dele.

- Foi pelo cano abaixo... - Lamentou a pestinha.

Comecei-me a rir por causa do lado ridículo da situação: "que raio de fim para um peixe...ir pelos canos abaixo...". Mas também me deu pena do desgraçado.

- Foi coidato Fogo, coitado...

- Não faz mal logo se apanha mais. - Disse a minha irmã.

Levamos um minuto a falar e a lavamentar lamentar o pobre peixe, até que olhei para o chão... e não é que o raio do peixe número 3 estava lá estendido?

- Olha afinal o peixe não foi pelos canos abaixo está aqui no chão! - Excalmei Exclamei eu.

- Onde?

-Ali!

Apanhei-o o mais ráido rápido possível (ainda se mexia) e coloquei-o no alguidar, junto aos outros. Só que ele mal se mexia, parecia morto, apenas boiava na água.

"E agopra agora? Ainda à bocado mexia-se... O peixe não pode morrer, temos fazer alguma coisa!" A solução era tentar reanimá-lo...

 

 

Claro que não lhe fizemos respiração boca-boca! Ainda o engoliamos sem sequer...

 

 

Com os dedos indicadores começamos a dar-lhe uns empurrõezinhos para ver se ele reagia. Demorou um bocadinho, mas aos poucos começou a mexer-se e "ressuscitou". Passado um bocado já se mexia normalmente e nem parecia muito traumatizado. Com a adrenalina ainda a correr nas nossas veias eu e a minha irmã respirámos de alívio.

 

 

Beijos,

Uma Rapariga...

                              


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Terça-feira, 22 de Julho de 2008

Querido diário:

 

Ontem apanhei um sermão -.-

Antes de ir trabalhar a minha mãe pediu-me para ir estender a ropua roupa, arrumar a casa... ou seja o habitual, dou sempre um jeito ás coisas cá em casa, mas a minha mãe pede-me sempre para fazer alguma coisa não vá eu ter um ataque de pereguicite ajuda aguda.. Acabei de ler um livro, fiz as camas, arrumei os brinquedos que a minha irmã tinha espalhado, almocei e puz coloquei a loiça suja na máquina. Depois fui para o computador e nem dei pelo tempo passar. Quando dei por mim já a minha mãe tinha chegado do trabalho e eu já nem me lembrava se ela me tinha pedido para estender a roupa ou não.

Fui-lhe perguntar.

- Nem vale a pena perguntares, então vais à máquina de levar roupa e vez se há ou não roupa para estender. - Não ficou nada contente.

- Então, esqueci-me. - disse eu e fui para a sala ver televisão.

A minha mãe também foi para a sala, depois enquanto passava a ferro aproveitou logo para ter uma conversa séria comigo.

- Levas o dia em casa e não fazes nada.

Eu não estava com a mínima disposição para ouvir sermões, mas olhei para a TV e para ela ver que estava a ouvi-la com uma voz monótona lá me tentei defender e dar alguns argumentos, só que não me saiu nada de jeito.

- Não tenho nada de jeito para fazer - disse eu. Não me referia à lida da casa, mas a programas com amigos e a saídas à noite.

Falou-me nos meus maus hábitos, no computador e em trabalho. 

- O que não falta aí são coisas para fazer. Tens de aprender a lida da casa, a fazer as coisas como deve ser não é "à cacetada".

- Sim eu sei.

- Tens de ser independente. Saber fazer as coisas é muito bom. Já viste os teus primos? Uns rapazes novos, com um corpo bom para trabalhar e não querem fazer nada.

- Eu sei disso. Não é novidade nenhuma para mim. - eu não quero ser como eles, quero-me desenrascar sozinha. Não há pior coisa do que ser dependente dos outros. Pensei para mim, mas não disse nada.

 

Isto é só um resumo mesmo resumido. Ninguém gosta de ouvir sermões. Sei que só querem o melhor para mim, que o que a minha mãe disse é verdade e que não me entrou e saiu pelos ouvidos.  Se eu não faço as coisas é porque não quero preguicite aguda! Não é por não saber... já disse isso montes de vezes.

 

Hoje fiz um esforço para fazer masi mais do que costumo fazer, para não me chatearem e principalmente porque não gosto de ouvir cenas que já estou farta de saber, dizerem o que tenho de fazer e sei têm razão no que dizem.

 

Beijos,

uma rapariga -.-


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Segunda-feira, 21 de Julho de 2008

Querido diário:

 

Ontem depois de irmos fazer um piquenique com a família toda  e alguns amigos, fomos beber um café. Fomos imediatamente atendidos por um homem na casa dos 20/30 anos. Apesar de ter jeito para falar com as pessoas e isso havia qualquer coisa que não estava a bater bem.

Numa mesa perto da nossa estavam um grupo de pessoas que parecia conhecer o empregado, tudo muito animado à conversa com ele.

- Esperem um bocado que eu há muito tempo não estou com esta família - Pediu ele  e deu uns goles numa cerveja, que tinha trazido para ele, enquanto falava com os seus amigos.

Passado um bocado veio ter connosco e pedimos as nossas bebidas. O homem já estava um bocado tocado, esqueceu-se de algumas bebidas e trouxe outras que nem sequer tinhamos pedido.  Eu tinha pedido uma 7up com groselha e trouxe-me uma imperial.

- Isto é cerveja! - exclamei eu  depois de ter olhado para o copo e ter cheirado a bebida, uma mania que arranjei depois de ter visto na televisão a explicarem como se faz a prova dos vinhos ( cheirar, agitar o copo e provar lol)

- Não é nada...

- Bebe isso!

- Não faz mal, bebe na mesma!

- Eu nem sequer gosto de cerveja! - Pois não e a última vez que tinha bebido isso só para não dar parte de fraca, caiu-me mal e acabei na w.c. a vomitar o que tinha bebido. 

- Mostra lá - pediu-me o meu primo, esticando o braço. Empurrei a imperial para o pé dele.- É imperial sim e tem groselha - Disse apontado para o início do copo. Aproximei-me para ver melhor e realmente dava para ver mesmo por baixo da espuma uma bolhinhas e um líquido mias mais "grosso". Era a groselha.

Provei um bocado e até não sabia mal, a groselha "apagava" o sabor da cerveja.

- Ah, assim está bem! - comentei eu.

O empregado trouxe o café para o meu tio e uma bebida qualquer que ninguém tinha pedido. Mas como não somos esquesitos o meu tio lá bebeu aquilo.  LOL

O empregado continuava a fazer das suas, assim que chegaram uns amigos do meu avô ele trouxe as cervejas que tinham pedido e também uma para ele. Bebericou a cerveja e depois discutiu com uma colega. 

Apanhei uma seca do caraças, depois da cerveja começou-me a dar sono e vontade de dormir ali na cadeira não me faltou.

- Então já estás bebada? - perguntaram-me no gozo -.-

 

Para fazer a conta é que foi...demorou meio século, andava com um papel, com as cenas que tinhamos consumido apontadas, às voltas e já não se lembrava do preço das coisas. Sinceramente fiquei espantada por não ter aparecido o patrão do homem e dar-lhe um sermão.

 

 

 

Desculpem este post de merda  mas não sabia o que escrever. A verdade é que estas não são as melhores férias, as minhas amigas estão quase todas a trabalhar de maneira que não tenho saído muito (ou nada), o resto do pessoal também tem as cenas dele e até ando com algumas ideias para escrever, mas ainda não tenho uma visão geral. Para começar a escrever uma história tenho de saber tudo: principio, meio e fim.

 

Beijos

uma rapariga... um bocadinho desanimada:S

 


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publicado por uma rapariga... às 18:20 | link do post | comentar | ver comentários (6)

Sexta-feira, 18 de Julho de 2008

Querido diário:

 

Ontem estava à conversa com um amigo no msn. Eu disse que estava mais ou menos por que me sentia confusa.

 

 O Atrevido voltou a chatear-me a cabeça, agora quer que me encontre com ele, engraçõe engraçou comigo e quer que lhe satisfaça um capricho blçá, blá, blá...Eu andava a tentar evitá-lo, por um lado sabia que ele só queria atingir o objectivo dele e depois deitava-me fora, mas por outro sentia-me muito atraída por ele e sempre que o via ou pensava nele só me apetecia beijá-lo. Aquele gajo é a tentação em pessoa. Para além disso confesso que me dava um certo gozo saber que ele andava atrás de mim e me desejava.

 

 Contei ao meu amigo o que se passava e ele disse algumas formas de o evitar, para não pensar nele, cortar o mal pela raíz. Depois acrescentou que se sentia parvo a dar-me conselhos, porque eu já sou uma mulher e tenho idade para saber o que quero fazer. tem uma certa razão, mas não gostei de ouvir isso. Disse-lhe que gostava de ouvir uma segunda opinião e analisar as coisas de outra perspectiva e que não sabia lidar com cenas amorosas. Ele respondeu que eu era muita certinha, que pensava duas vezes a sério nas coisas, dificilmente errava, mas que podia curtir mais a vida. Por causa dos estudos não dava espaço para a intimidade e vida amorosa. Se eu iria cair ou não na tentação logo se via.

 

O que me aborreceu um bocado foi ele dizer que era muito certinha e quase nunca errava. Só dava espaço ao estudo...Pá estudiosa não sou, o facto de pensar muito pelo menos quando tenho tempo deve-se às asneiras que faço e ao facto de me sentir estúpida por causa desses erros estúpidos que cometo. Normalmente nem penso quando erro. É sempre tão rápido e  mesmo que saiba o que é "certo" tenho uma certa tendencia para ir pelo caminho errado. Divido-me entre a tentação e o correcto. Não me considero certinha já fiz algumas loucuras, só quero evitar cenas desnecessárias.. A vida amorosa atrapalha-me mesmo, mas algum dia hei-de começar por algum lado.

 

Agora essa história de termos 18 anos e sermos umas mulherzinhas e uns homezinhos é treta. Somos considerados adultos, mas somos muito imaturos. Claro que varia de pessoa para pessoa...A idade do BI não interessa, a mental sim... Sei que tenho cabeça para pensar e isso...Pessoalmente às vezes sinto-me uma criança.Só que parece que querem que pensemos como se tivessemos 20 ou 30 anos e que é impensável errarmos pois já somos crescidinhos e temos de ter juízo. Ainda estamos a aprender ( até os de 30 estão), toda a gente aprende todos os dias seja qual for a sua idade, somos verdes e dá jeito um pouco de apoio, uma opinião. Percebem? E só com os erros é que vamos aprender. Como somos novos deixamo-nos levar pelos sentimentos e certos impulsos. Nem sequer nos lembrámos de pensar.

 

Por culpa da minha teimosia, ao tentar provar que eu é tinha razão e a minha idade mental até era mais nova do que a cronológica, fiz um teste e nõa não é que o meu amigo tem razaão? Sou certinha, mas não o tempo todo:)

 

De 35 A 48 PONTOS:

Sua idade de verdade e sua cabeça estão próximas. Mas, mesmo sendo certinha em tudo, de repente, sente uma vontade louca de sair chutando lata, fazendo coisas que gente mais jovem faz. Seja feita sua vontade! Para manter-se em estado de graça, vale tomar algumas atitudes mais loucas, quando sentir necessidade. Em outros momentos, você se desliga e quer relaxar. Você tem direito a isso! Relaxe. Só não esqueça de levar adiante todos os projetos em pauta. O equilíbrio é o seu ponto forte. Mantenha-o.

 

Quem quiser fazer o teste clique aqui.

 

 

 

Aceito opiniões sobre o assunto. "Agora essa história de termos 18 anos e sermos umas mulherzinhas e uns homezinhos é treta." Com 18 anos temos de ter obrigatóriamente de decidir a nossa vida sozinhos?

 

P.S:Depois desta conversa o Atrevido não me parece tão tentador, acho que foi desta que ele voou da minha cabeça tou-me a lixar praa ele :P

 


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publicado por uma rapariga... às 14:31 | link do post | comentar | ver comentários (6)

Quinta-feira, 17 de Julho de 2008

Querido diário:

 

Na Terça fiz o exame de Desenho A. Logo no inicío houve uma confusão de lugares eu e mais dois colegas tivemos de mudar de mesa umas 3 vezes e no fim da primeira vez tinha ficado no sítio certo, os outros dois é que estavam nos lugares trocados :o

 

No preenchimento dos formulários demorei-me um bocado e quando deu o toque para começar o exame ainda me falatavam faltavam preencher duas folhas. Fiquei logo nervosa com medo de depois me esquecer de preencher alguma cena ou nãoo ter tempo. Decidi montar primeiro o modelo que até era fácil (não havia muitas hipóteses de nos enganarmos na montagem) e depois acabar de preencher o resto dos formulários. 

 

O primeiro exercício foi fácil (desenhar o modelo e fazer as sombras), agora com o segundo pintar o modelo em 2 posições diferentes com aguarelas e fazer as tonalidades (claro, escuro) é que foi uma cagada  chatice, porque não domino aquela técnica, só pintei um bocado de um ficou tudo mal pintado... Passei à frente, primeiro até pensei em desistir, já tinha perdido tempo e ainda por cima tinha-me enganado no desenho que era para decalcar, não sabia que exercício é que valia a pena fazer ou se sabia fazer bem, olhei para as cotações, o último era o que valia mais, só com o 1º e o 3º feitos não me safava...

 

E agora? "Tou lixada..." ;"Bye, bye universidade..." Foram alguns dos pensamentos que me passaram pela cabeça.

 

Porém a minha força de vontade falou mais alto. Nunca me senti tão consciente como naquela altura, num exame ainda por cima "Não vais desistir agora...tens de lutar" .

 

 Li o último exercício, pelo que eu percebi era para fazer um padrão, com o efeito rotação, utizando um ou dois animais que estavam numa figura, dei largas à imaginação e com a tinta da china lá desenhei á cacetada três coelhos  por baixo um dos outros, cada vez mais inclinados, umas florzninhas florzinhas por baixo, iguais, a relva por cima. "Já que estou aqui faço alguma coisa...Tmabém Também exigem criatividade ou não? Uso a minha imaginação..." Ficou um bocado infantil, o pessoal  de artes deve ter ficado parvo a olhar:S Cada um safa-se como se pode... No terceiro exercício desenrasquei-me melhor pediam para tranferir o modelo desenhado no exercício 1 e fazer uma representação expressiva com cores frias, usando apenas pasteis de óleo. Usei vários tons azuis com os mais claros pintei o modelo todo, com os mais escuros fiz as sombras e tudo como tinha feito no primeiro. Uma das professoras vigilantes sorriu ao olhar para o desenho da tinta da china. que bela obra XD Aproveitei o tempo de tolerância ao máximo.

 

 

 

 

Beijos,

Uma Rapariga:)

 

Uma das vantagens foi mesmo as professoras que estavam lá até serem fixes e descontraídas.

 

Para quem não tem a disciplina tenho desnho B não estive muito mal.

 


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publicado por uma rapariga... às 23:26 | link do post | comentar | ver comentários (4)

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